Meus Parachoques!

1 de junho de 2013 § Deixe um comentário

Parabéns com retoques. Com azulejos combinando e luz que acende sozinha se alguem passa.Seja na descarga ecológica, seja nas amizades quase sem lógica, apenas bons motivos para comemorar e beber, beber, beber. Assim como faziam os antgos. Assim como gostam grandes amigos. É a hora de reforçar a geladeira.

Com as damas devidamente apresentadas, e as três, e ao mesmo tempo, uma coisa é certa: trata-se de um outro momento. De sorrir-mos todos juntos. De menos tristeza e arrependimento. De curtir minha Luiza como de de todos fossem. E o impressionante chocolate das paredes pra dar fominha… na minha filha ou em mim.

Todos os três somos irmãos, e queremos fazer de nossas Senhoras, também amigas. Mesmo falando de todo mundo, os Parachoques, parabéns do dia, são do peimeiro Caraíba a construir o próprio Lar (o Mouro-cinza). Uma conquista que ficará sempre na memória e nos finais de semana da gente. Agora acabaram os motivos de não sair de casa. Aguardo visitas.

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Pré-natal

29 de abril de 2013 § Deixe um comentário

Eu tive Saudades de você. Eu não dormi, nem ela. Eu andei feito um zumbi pelos recantos dessa cidade enquanto minha esposa reclamava. Reclamava de dor. Reclamava de cansaço – eu também. Reclamava do meu trabalho que tomava tempo demais do meu dia. Apenas um pouquinho, do que esses momentos de ansiedade, cansaço e espera nos fizeram passar.

Tinha óleo na barriga (dela). Tinha doce com comida (pra ela). E tinha um querendo do outro mais carinho do que já tínhamos. Ainda bem que, de vez em quando, sempre cedemos um ao outro. E juntos demoramos muito mais pra tomar decisão do que sozinhos. Melhor assim. Teve ultrassom, e foram uns três, teve musiquinha pra barriga não parar de mexer, muito mais de uma vez.  Tinha conversa com o umbigo, pra explicar o que te aguarda.

À flor da pele, fizemos da barriga uma morada, um refúgio de espera e de atenção. Tensão  até um pouco de tesão, por que não? Duas ou três idas ao hospital, e esperança, insegurança. Saindo cedo, chegando tarde, ou vice, ou versa, até assim, meio covarde: em sensação de impotência e impertinência. Em certeza de apenas poder observar, as contrações, o tempo,  a passagem para você chegar.

Para a maioria, Ciência. Para  piedosos, milagre. Para mim, prova de amor e momento de fazer valer à pena, mesmo que à duras penas…  Um pouco sobre algumas coisas: é porque estou me persistindo  em dizer o óbvio. Luiza, eu tive saudades de você mesmo antes de você nascer.

Onde estou?

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