Acresci Prendendo

27 de março de 2014 § 1 comentário

Em dentro de meu sussurro, o escuro que eu mesmo preferi. Sendo um pouco menos do que desejava, prendi a quem me soltava. De meio a perto, consultei oráculos, bebi latinamente e sofri à moda grega. Pendi ao lado esquerdo. Afora, à parte e por aí, falei coisas sem sentido. Passei horas em meu sofá sentado, e entendi o que passava: Tédio. Mesmo assim, nem assim, fiquei prado.

Com amigos, repreendi o bom comportamento. Consenti, bebendo, em ter as melhores companhias mesmo em dias de café-com-leite. Nada é pra depois! E quase nada é pra já! Desci quatro degraus até minha prórpria sensação de Liberdade, Anhangabaú e Vergueiro. Dentro de uma solidão hebraica, fiz força para não me perder no mesmo buraco em que me encontrei. E nada de pescar juntos algo além de uns belos copos. Há de ter cerveja no final.

Passei por muito, aprendi crescendo. Como quem muda a cada passo, deixei de ser o mesmo, e fui vivendo. E cada sensação de alegria e tristeza cultivou o que hoje chamo de “sêz-atez” e verdade. Mas as decisões que tomaria outras, essas mais importantes e deveras acertadas, serão essas as minhas diretrizes. O meu legado a mostrar o importante: que errando ou parado, ninguém nasceu pra ser frustrado.

Tenhamos a alegria de poder acordar pelo simples fato de estar lá. Acresci, Prendendo; porque Prendendo, Acresci!

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