Devagar

29 de julho de 2011 § Deixe um comentário

Um passo de cada vez, um café por vez. Um cigarro por assunto, um dia por novidade. Idade de pensar um pouco mais rápido que agir. Agindo mais vagarosamente que ousava pensar. Ousa comigo, vagarosamente? Largar cada fardo e peso, de modo a perder toda a angústia um dia causada por quem não vale a pena. Um segundo de cada vez, pra fazer do tempo a eternidade arraigada na memória pelo seu semblante ali na frente.

Seja o que é. Diga o que quiser, seja sincera. Não tema perder os meus cuidados, porque não perderá mesmo. Me propus a ser gratuito, devagar, fale a verdade. Talvez insista eu em falar tudo de uma vez, mas não importa. Não precisa se parecer comigo, e temo isso. Pode parecer muito mais fácil. Devagar, deixe que cada uma dessas alegrias tome por inteiro seu sorriso, e conduza suas mãos e seus abraços a quem realmente merecer. Eu tentarei.

De vida tão cruel e sutil que me deu a rapidez, tiro apenas a lição de ser feliz bem devagar. Assim como quando falo, quando escrevo, quando ando, quando te vejo. Esse semblante que motiva o despertar, devagar, também me conduz ao ressonar. Seria hora de falar de grandes sonhos. Mais sincero, quero mimos devagar. E meia folha de sulfite me faz chorar todos os dias de alegria de ter encontrado uma rosa pra cuidar.

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