Graças

21 de julho de 2011 § 1 comentário

Nossas custas. Nossas praças. Nossas coças. Outras roças. Cidade de vai e vem com pessoas que não sabem bem onde querem chegar ou porque. De dia o sol a iluminar todas as gentilezas de uma e outra parte. De noite, a lua a preservar as intimidades mais cruas que podem fazer parte de uma relação. E reação. E ação. E contração, talvez.

É hora de saber mais do que nunca quais foram as ultimas piadas. As próximas patadas. Preceito e acerto de sempre poder quantificar, Custo de calcular. Semeando palavras por não poder colocar a mão na terra. Colhendo sons austeros por não poder colher repolho. Olho na caça, pés de traça. Devora cada coisa e faz o caos. Fazendo cada hora ser melhor que a última.

E de obrigados, com licenças, e por favores a sensualidade de cada um fica mais evidente que as sujas frases dos outros. E que cada segundo seja motivo de agradecimento nada sutil. Se não for, agradecerei da mesma forma. De fortalezas educadas que cada fraqueza se forma. Obrigado mesmo assim mais uma vez. É bom, quando se fala de vida ou morte. Austeridade intelectual de agradecimento real póscrito pelos meus dedos. Pavor de estar vivo podendo não estar.

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§ Uma Resposta para Graças

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