Em notas, só

11 de julho de 2011 § 1 comentário

Em mim, um mi maior ou um minhoca. Em casa, no palácio ou na oca, uma pouca coisa feita gente pelo sopro de um suposto criador que nem me posso capaz de julgar. Em tempos, os temas mais escusos e as mentes mais torpoes, apenas porque não posso me fazer menor do que me fazem.So do it! Como faziam os índios.

Urrando vontades, desejos, maldades, gula e nudez. Suados ao calor do sol que batendo queima e faz pretejar. Pulando vermelhidões de quase gente mordida pelo sossego de uma sombra à margem do arroio sutil. Saltitando as dores que tomam as marcas feitas do ontem em lencóis de seda, talvez mais limpos que manchados.

Em meio às notas do piano ao som de Bach, ou em meio ao Euro que insisto em carregar. Só. Sem som. Lamentando a agora ausência que até por um momento ousei desejar. No instante de dó, sem ré, faço de mi, o que fá do sol a poesia lá do sí que desconheço. Só e um, abaixo do mesmo sol que festejou sua presença. Sem música, de fato, e sem torpedo, assim de assalto. Com as letras que insisto em juntar fazendo arte. Pena de confundir na minha própria fundição.

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