Atabalhoado

27 de fevereiro de 2011 § 1 comentário

Como assim, não me entende? Estou falando no meu bom Português, como, aliás, sempre fiz. De dia, realizando cada uma de minhas minúcias de outrora; à noite, na dedicação de uma reposição meio instantânea da energia que deve ser sempre positiva. A cada hora do dia, confusões internas e externas. Sendo gentil a quem tem alguma disposição.

Como assim, não me procura? Procuro à minha volta a portadora de um cheiro que nunca vou esquecer e que me entorpece mesmo que quando apenas memória! Não é possível perceber que estarei a cada instante vivendo um vício quase lúdico de ser seu mesmo quando não é minha? Deixando de ser tola, pode ser que até perceba.

Agora, nunca me diga que sou cego! Vejo que ainda tenho percepção e senso de justiça. Me engano apenas quando, voluntariamente me faço menor para ter uma quase certeza cega de ser um autômato no mundo. Saudades tenho mesmo é de minha paz e minhas palavras mais doces. Causa de pena cedida a um ator do quotidiano que meramente cumpre seu papel. Contemplação do ser.

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Outras palavras

26 de fevereiro de 2011 § 3 Comentários

Podendo, atravessaria as horas
Sofreria mais, Falando menos, diria mais;
Insensato de calor no inverno interior!

Outrora dentro e fora
Acima e abaixo das palavras sábias
Por fora e por dentro das saudades de quem serei,
Querendo a parcimônia que teria dormindo
Vivendo a causa sofredora da casa-peito que se conforta.

Um cigarro e um café pra pensar ou esquecer
Suco de pózinho e calça jeans no sol; e transpirar.
Água mineral de torneira

Achocolatado com banana.

Combinando o incompatível
Quem era, quem sou e quem serei.

Onde estou?

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