Céu da pólis

5 de janeiro de 2011 § 2 Comentários

Eu vejo além do cinza desse céu. Percebo antes que, de um engano pouco conhecido, exista novidade curiosa. Fantásticas (e castanhas) fábricas de chocolate a adoçar autoconhecimento e explosão. Homem-bomba de mais ou menos sessenta e cinco quilos. Autocrático. Autocuidadoso. Autômata. Na de ir e vir, cozinhando minha melhor qualidade de risoto. E isso é verdadeiramente uma terça-feira e minha. Conhecemos Terra-Paulis.

Patético, esquelético, poético mas sem muito álcool, eu mesmo, só pra preservar o fígado e o baço. Que, de uma hora para a outra as coisas mudem, pulem, vibrem mais do que eu. Serei constante e não prudente. Sou caraíba. Tenho mais medo do que não faço do que de minhas atitudes exageradas. Mas vou te respeitar. Cuidarei enquanto você deixar, e seremos livres assim, ligados de um carinho mais que merecido e de um abraço mais do que esperado.

Quantas histórias e posso dizer que não foram nem a metade. Venha e verá. Espere e eu te mostrarei. Fale, porque estou te ouvindo. Daqui para frente, apenas o que existir. Apenas o que formos e sermos reais, cuidadosos na insanidade que vier. Não quero desculpas, quero apenas a verdade. Liberdade, lealdade, tudo o que há de mais fácil pra quem saúda a vida. Papo. Tato. Beijo. Coqueluche do que criamos de uma nobre coincidência. Parece que falei demais. Não é hora de pensar nisso. Saúde!

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