Simples

27 de novembro de 2010 § Deixe um comentário

Falar sobre bom dia. Sobre dia ruim e abraço que tudo muda. Minha maneira de devolver abraços – escrevendo. Não apenas das coisas, porque importa mesmo é que está sol lá fora e não saí de casa. Talvez o abraço não tenha vindo, mas imaginei que sim. Era um bom abraço. Ainda tenho força, fome e pernas. Dá pra sair, eu acho.

Cerveja pelo prazer de quem acompanha, ainda que não seja ocasião de encher a cara ou a casa. O sabor do cigarro do tédio, que saboreio eventualmente depois do café-conforto, fraco e meio doce. Ausente da presença que não mais. No mais, um “Quero te conquistar…” ao fundo. Se pudesse, morreria de bom dia, só pra viver de abraço.

Papel em branco de um papo-silêncio. Perpétua sensação de angústia e solidão – mais fome e sono. Estado de sítio pouco florido, mas cheio de brotos. Poder olhar pessoas bonitas, dar sorrisos ou risadas. Lembrar da sensibilidade e da sensualidade. Imaginar de novo esse abraço e talvez buscá-lo. Temo a busca da mesma forma que anseio o encontro. Nada demais.

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