Convite Codinome

28 de outubro de 2010 § Deixe um comentário

Um bate papo que liberta: raposa à solta. Não sei de quem foi a idéia de deixar você triste, mas peço: se lembre do quanto és quente, e arde, queime até voar bem alto! Faça desse resto de noite ou dos demais dias e horas não açoites, mas campos, planícies onde correr e saltar vermelha!

De cores que me tomam, fico irreconhecivelmente breve, feliz, de uma sensação que desconhecia já há tempo: de sorriso verdadeiro e figura macia que sossega o inquieto e passa o tempo leve. Foram mais de três horas! – deveriam ser trezentas – em histórias pequenas e longas; que enrubecem, comovem ou causam riso: “Lá vem o Sapo Sapato!” – eu sei… E mais uma noite fico feliz de ser útil. Tudo para a rubra-pequenina (omitindo o codinome em outro talvez tão doce, mas pouco).

Sê forte e vermelha, menina, como as vermelhas raposas das quais me lembro ao olhar para você! Quanto ao tempo, tenha a calma que tem o trigo brisando e bailando no vai-e-vem do seu passeio rápido e rasteiro, que passa, leva e arrebata!

À noite, faça como o amanhã não houvesse e hoje simplesmente sonho fosse – sem peso e sem dores – apenas com os sabores do cuidado prestado. Presente é raposa, não o contrário! Futuro é rubor de alegria e de furor. Sinta e se quiser, volte.

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