Pólen, Mel e Marmita

18 de outubro de 2009 § 1 comentário

Rainha e abelhuda. Que ferroa com doçura de deixar o zangão zangado. E, do melhor da geléia real, dá a compartilhar aquilo que a cada um compete em sua colméia. Agostiniando o pólen fraco das murchas flores que nos foram acessíveis, por traduções ruins ou meramente por ignorância.

Da demonstração da comunidade, um mel é produzido. Ou, pelo menos é o que se nos faz acreditar (ou quase). Dos favos, de verdade, não se pode perceber mais que a cera disforme que foi regurgitada das pobres operariazinhas que pouco entendem, mas que sabem: o mel é da rainha!

Dona e organizadora das mentes dos pobres insetos filosóficos. Tem bom-senso de distribuir a cada um sua quota de mel, sua marmita. Apenas o que for devido. De dívida de esforços por crescer na colméia neoplatônica abordando o princípio do cristianismo.

Triste de ver descuido; feliz de ver evolução; e entusiasmada da cera quase inútil dos zangões e operários. Quase uma mártir do reino animal. Tornando-nos mais evoluídos enquanto abelhas que qualquer ser humano jamais poderia ser. De pólen fraco, demanda sua graça em mais que doce saber de geléia real, não de inseto, mas de nobreza, sendo para nós Abelha Rainha.

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